Quem somos - Conheça a Rede » Empório do Cerrado - Rede de Comercialização Solidária de Agricultores Familiares e Extrativistas do Cerrado

Conheça a Rede

Nós somos os povos das ilhas, das terras crescentes, das águas, das chapadas, dos grotões do Cerrado, nos misturamos com a natureza, somos parte do lugar. Somos reconhecidos como pescadores, vazanteiros, extrativistas, guias turísticos, agricultores familiares, vivemos do nosso ofício de manejar a natureza, tirando dela o alimento, o remédio, o sustento e a inspiração para criar.

Quem somos

Somos uma densa e orgânica rede comunitária de agricultores familiares, extrativistas, pescadores, vazanteiros e guias turísticos que conformaram sua cultura com, e não contra, os cerrados, levando em consideração a sua imensa diversidade biológica, riqueza hídrica e potencial produtivo.

A Rede de Comercialização Solidária de Agricultores Familiares e Extrativistas do Cerrado busca fortalecer sua dinâmica política comunitária de uso sustentável dos recursos naturais no território Cerrado, baseada no protagonismo técnico e político dos agroextrativistas, implementando sistemas de produção agroecológicos e construindo empreendimentos auto-gestionários, que agregam valor a sua organização sócio-produtiva.
Para tanto, os agroextrativistas que constroem a Rede implementam processos que garantem a sua autonomia em relação a:

  • ocupação do território Cerrado, de forma justa e solidária, respeitando saberes e fazeres, através da garantia do direito a terra, água e Cerrado;
  • assistência técnica, desenvolvida por meio da formação de agroextrativistas monitores que acompanham o planejamento da unidade familiar e/ou áreas comunais para processo de produção agroecológica e manejo sustentável;
  • agroindustrialização dos produtos e subprodutos (resíduos), agregando valor e garantindo maior inserção no mercado;
  • tradução do significado do saber-fazer das populações do cerrado, através de um marketing próprio dos produtos e serviços oferecidos pela Rede, com marca Empório do Cerrado;
  • sistemas de garantias participativo, como ferramenta própria de controle social dos processos desenvolvidos;
  • ao turismo comunitário, como forma de interação, aprendizagem, valorização da cultura agroextrativista;
  • acesso ao crédito solidário (clique e conheça a Rede Cred); e
  • desenvolvimento de estratégias de comercialização dos produtos, conciliando preço justo e acesso a novos mercados, como escolas, redes de supermercados, lojas de produtos naturais e feiras.

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